ACOMPANHE MINHA CAMINHADA

BIOGRAFIA

MOMENTOS DE FÉ

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Redução da maioridade penal: o adolescente, mais do que autor, ele é vítima.


O secretário Nacional de juventude, Gabriel Medina, considera a redução da maioridade penal, em discussão no Congresso Nacional, uma medida equivocada. Em entrevista ao Portal Brasil, ele alertou para a importância da preservação de avanços democráticos conquistados pelo povo brasileiro nas últimas décadas.
Segundo Medina, há uma “banalização” da violência que incide sobre jovens das periferias das cidades brasileiras.“O adolescente, mais do que autor, ele é vítima”, declarou. “Quando tratamos das vítimas de homicídio, os jovens representam 53% delas. São mais de 30 mil que morrem por ano no Brasil.” 
Medina destacou que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê medidas punitivas aos jovens que cometem delitos a partir dos 12 anos de idade, incluindo restrições à liberdade. “É muito importante que a sociedade saiba disso. O adolescente pode ficar internado por até três anos”, explicou. 
Punições
A professora Débora Diniz, da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB), aposta na possibilidade de reintegração de jovens infratores à sociedade brasileira. Em depoimento ao Portal Brasil, ela descreveu as condições a que são submetidos os adolescentes que cometem crimes. Segundo ela, as punições são consideradas suficientes. 
“Há seis tipos de punições. A mais grave delas é comparada a uma prisão”, ressaltou Débora. “Há grades, há uma revista vexatória do corpo. Todas as vezes que uma menina ou um menino vai sair do ´barraco´ (cela), eles têm que tirar a roupa.”

Fonte: Portal Brasil

segunda-feira, 4 de maio de 2015

CORTELLA: RICHA COMETE “ATENTADO CONTRA O FUTURO”




Professor e filósofo Mário Sérgio Cortella diz ser "profundamente lamentável e, sobretudo, reprovável, abominável, execrável a violência policial empregada contra professores no Paraná"
O professor e filósofo Mário Sérgio Cortella lamentou pelo Twitter a violência protagonizada pela Polícia Militar do Paraná contra os professores da rede estadual na última quarta-feira 29.
Para ele, "um governo estadual (como o do #Paraná) que trata os seus professores com cassetete, balas e bombas, comete um atentado contra o futuro". Cortella, que é Doutor em Educação, também critica o tratamento dado pelo governo Geraldo Alckmin aos professores.
Ele também compartilhou uma charge publicada pelo jornal Brasil de Fato com a seguinte mensagem: "Em protesto que pede intervenção militar, você é tratado com educação. Em protesto que pede educação, você é tratado com intervenção militar".

Fonte: Brasil 247
←  Anterior Proxima  → Página inicial