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quinta-feira, 27 de outubro de 2016

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quinta-feira, 17 de março de 2016

Sergio Moro e a Globo querem incediar o país


No próprio documento, Sergio Moro ressalta que “não há nenhum indício nas conversas [envolvendo Lula, Dilma e ministros do STF], ou fora delas, de que as pessoas citadas tentaram, de fato, agir de forma inapropriada”. Então por que vazou? Para se vingar. Porque foi contrariado. Para incendiar um país




Na tarde de quarta, 16, houve um quiproquó em frente ao Palácio do Planalto, em que deputados, seus assessores, movimentos de extrema direita e penetras como Fernando Gabeira bateram panela e gritaram “Fora Lula” e outros slogans da Avenida Paulista.
Fernando Henrique, Gilmar Mendes e Sergio Moro não estavam presentes pessoalmente, mas em espírito — e um espírito público que se apequena mais e mais, em busca de atirar o Brasil no caos.
Moro vazou para o G1 e a GloboNews o conteúdo de grampos de conversas entre Lula, Dilma e ministros do STF. Justamente no dia em que o ex-presidente assumia a Casa Civil. As gravações trazem um diálogo sobre o convite. No trecho que está sendo usado como prova de obstrução de Justiça, Dilma fala que está mandando o termo de posse.
— Use em caso de necessidade, tá?
Moro encaminhou o despacho para o STF. No próprio documento, ressalta que “não há nenhum indício nas conversas, ou fora delas”, de que as pessoas citadas tentaram, de fato, agir “de forma inapropriada”.
Então por que vazou?
Para se vingar. Porque foi contrariado. Para incendiar um país.
Ele está em boa companhia. Citado na delação de Delcídio, que mencionou os esquemas na Petrobras quando presidiu a empresa, entre 1999 e 2001, FHC tirou os punhos de renda e declarou para uma plateia de corretores de seguros que “conhecimento é fundamental. Você não pode dirigir esse país sendo analfabeto. Não dá”.
Lula no ministério é escandaloso e “um erro do ponto de vista da organização do governo”. A sociedade precisa “reagir energicamente” ao fato de “uma pessoa ser ministro no momento em que pode se tornar réu em um processo”. No governo dele, “no tempo de Jesus Cristo, houve alguém que fez alguma coisa errada. Sempre ocorreu.”
A catilinária de FHC perdeu em baixo nível apenas para a de Gilmar Mendes, que insiste em confundir as funções de juiz com as de político em campanha.
Na sessão que derrubou os recursos de Eduardo Cunha para o rito do impeachment, Gilmar, sempre estrebuchando, enfurecido, o lábio pendente, lembrou que “o quadro se agrava”.
Lula assume o posto, segundo ele, “na condição de ser um supertutor da presidente da República. É preciso muita desfaçatez para obrar desta forma das instituições. É preciso ter perdido aquele limite que distingue civilização de barbárie.”
A conversa de civilização contra barbárie foi usada por muita gente boa, como Hitler, que queria uma “raça pura, única, civilizada”.
Ambos têm uma ficha corrida de dar gosto. A de FHC, particularmente, ganhou contornos mais coloridos e inescapáveis desde a delação contrariada de sua ex-namorada, a jornalista Mirian Dutra. De onde veio isso, tem mais.
A inversão moral é uma ferramenta perigosa. Lula é acusado por essa gente que espuma de ser incitador do “ódio de classes”. Ora, acusar alguém de analfabeto é o quê? O que vem depois? Nordestino safado?
É um caso de estudo. A demagogia não incentiva apenas revoltados on line que escrevem em caixa alta, mas provoca uma reação instintiva que foge a qualquer controle. Ela cria um ciclo de raiva, medo e ódio e violência que empurram moderados para o extremo.
É o que eles querem? Sim. O golpe está nas ruas.

Fonte: www.pragmatismopolitico.com.br


sábado, 21 de novembro de 2015

Nota de pesar: Padre Herreros


Padre Herreros estará sempre presente em nossos corações. Quem teve a alegria de conviver com este exemplo de ser humano e conhecer a sua história sabe o quanto é especial.



terça-feira, 17 de novembro de 2015

Cobrança de DDD entre cidades do Vale deve ser extinta até abril de 2016


As ligações para telefones entre 38 cidades da Região Metropolitana do Vale do Paraíba deverão ter apenas custo local a partir de 2016.
Ligações devem ter custo de ligação local no Vale
(Foto: Fernando Brito/G1)

A unificação do DDD foi anunciada nesta segunda-feira (16) pelo governo estadual. O processo que viabiliza a implantação está em andamento na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Desde a criação da RM Vale, em janeiro de 2012, o fim do pagamento de ligações interurbanas entre as cidades da região era aguardado pelos moradores. Na época, a Anatel informou que a mudança só poderia acontecer após as revisões dos contratos de concessão de telefonia. O contrato na RM Vale tem validade até dezembro de 2015.
De acordo com o o governo estadual, o prazo para as empresas se adequarem para a cobrança unificada é abril de 2016. A única cidade da região que não entrou na lista das cidades contempladas é Igaratá, por ter um código de DDD diferente das demais.

Consulta pública
A Anatel abriu uma consulta pública para que a população se manifeste sobre a unificação do DDD na região. Todos os cidadãos podem dar sugestões sobre o modelo a ser adotado pelo site da Anatel.

As contribuições serão recebidas até o dia 9 de dezembro. A Anatel informou que, após o prazo, as contribuições serão analisadas. O projeto entra em vigor quatro meses após a publicação oficial.
(Fonte: G1 - http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2015/11/cobranca-de-ddd-entre-cidades-do-vale-deve-ser-extinta-ate-abril-de-2016.html)

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

O que é ter fé: confira a reflexão feita por Frei Betto


 
 
Todos conhecemos pessoas que frequentam a igreja e, no entanto, se comportam de modo contrário aos valores evangélicos: tratam subalternos com desrespeito; sonegam direitos de empregados; discriminam por razões raciais ou sexuais. Pessoas que enchem a boca de Deus e trazem o coração entupido de ira, inveja, soberba; são indiferentes aos direitos dos pobres; omitem-se em situações graves que lhes exigem solidariedade.
 
E temos à nossa volta, no círculo de amizades, pessoas ateias ou agnósticas que, em suas atitudes, fazem transparecer tudo o que o Evangelho acentua como valores: amor ao próximo, justiça aos excluídos, solidariedade aos necessitados, etc.
 
O Catecismo da Igreja Católica, aprovado por João Paulo II, em 1992, e elaborado sob a supervisão do téologo Ratzinger, futuro papa Bento XVI, define a fé como “adesão pessoal do homem a Deus”. E acrescenta que é “o assentimento livre de toda a verdade que Deus revelou.” E a portadora dessa verdade é a Igreja.
 
Assim, só teria verdadeira fé cristã quem submete seu entendimento ao que ensina a autoridade eclesiástica (papa, bispos e pastores).
 
Devido a essa maneira de entender a fé, o que se crê se tornou mais importante do que como se vive. Criou-se uma ruptura entre fé e vida. A ponto de uma pesquisa na França, ao indagar a diferença entre um empresário sem religião e outro cristão, teve como resposta da maioria um detalhe: o segundo vai à missa de vez em quando. No resto, em nada diferem...
 
Para Jesus, quem tinha fé? A resposta é desconcertante. Em Mateus 8,10, Jesus declara que o homem com mais fé que até então havia encontrado era um oficial romano, um centurião.
 
Ora, como Jesus pôde elogiar a fé de um oficial pagão? O episódio demonstra que, para Jesus, a fé não consiste, em primeiro lugar, naquilo que se crê, e sim no modo de proceder. Aquele pagão era um homem solidário, preocupado com o sofrimento de um servo.
 
A mesma atitude de Jesus se repete no caso da mulher cananeia, que também era pagã. A mulher pede a Jesus que lhe cure a filha. Diante dela, Jesus reconhece: “Mulher, grande é a sua fé!” (Mateus 15,28). Grande, não por causa da crença da mulher, e sim por seu procedimento amoroso.
 
O mesmo ocorre no caso do samaritano hanseniano, curado em companhia de nove judeus (Lucas 17,11-19). Os judeus, segundo suas crenças religiosas, se apresentaram aos sacerdotes, como recomendou Jesus. Já o samaritano, que não obedecia às prescrições das autoridades religiosas e não se sentia obrigado a submeter-se a elas, retornou para agradecer a Jesus, que lhe exaltou a fé: “A sua fé o salvou” (Lucas 17,19).
 
Para Jesus, portanto, a fé, antes de se vincular a um catálogo de crenças, a uma doutrina, se relaciona a um modo de viver e agir. Jesus, por vezes, duvidou da fé de quem estava mais próximo dele (Marcos 4,40). Discípulos e apóstolos foram considerados “homens de pouca fé” (Mateus 8,26).
 
Jesus fez a desconcertante afirmação de que prostitutas e cobradores de impostos terão precedência no Reino de Deus, e não os “exemplares” sacerdotes (Mateus 21,31).
 
Isso deixa claro quem Jesus reconhecia como crente. Não propriamente quem aceita o que prega a religião, e sim quem age por amor, solidariedade e justiça. Ter fé é, sobretudo, viver de acordo com os valores segundo os quais vivia Jesus.
 
A Igreja está em crise. Suas autoridades culpam o laicismo, o relativismo, o hedonismo. Ora, será que as autoridades religiosas, e nós, frades, freiras, padres e pastores, não temos culpa nisso, por apresentar a fé cristã como verdades cristalizadas em doutrina, e não expressada em vivência?
 
Artigo publicado originalmente em O Globo
Foto: Brasil 247
 

segunda-feira, 20 de julho de 2015

20 de julho - Dia do amigo!


"Um amigo fiel é uma poderosa proteção: quem o achou, descobriu um tesouro. Nada é comparável a um amigo fiel, o ouro e a prata não merecem ser postos em paralelo com a sinceridade de sua fé.

Um amigo fiel é um remédio de vida e imortalidade; quem teme ao Senhor, achará esse amigo. Quem teme ao Senhor terá também uma excelente amizade, pois seu amigo lhe será semelhante."

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Redução da maioridade penal: o adolescente, mais do que autor, ele é vítima.


O secretário Nacional de juventude, Gabriel Medina, considera a redução da maioridade penal, em discussão no Congresso Nacional, uma medida equivocada. Em entrevista ao Portal Brasil, ele alertou para a importância da preservação de avanços democráticos conquistados pelo povo brasileiro nas últimas décadas.
Segundo Medina, há uma “banalização” da violência que incide sobre jovens das periferias das cidades brasileiras.“O adolescente, mais do que autor, ele é vítima”, declarou. “Quando tratamos das vítimas de homicídio, os jovens representam 53% delas. São mais de 30 mil que morrem por ano no Brasil.” 
Medina destacou que o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê medidas punitivas aos jovens que cometem delitos a partir dos 12 anos de idade, incluindo restrições à liberdade. “É muito importante que a sociedade saiba disso. O adolescente pode ficar internado por até três anos”, explicou. 
Punições
A professora Débora Diniz, da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB), aposta na possibilidade de reintegração de jovens infratores à sociedade brasileira. Em depoimento ao Portal Brasil, ela descreveu as condições a que são submetidos os adolescentes que cometem crimes. Segundo ela, as punições são consideradas suficientes. 
“Há seis tipos de punições. A mais grave delas é comparada a uma prisão”, ressaltou Débora. “Há grades, há uma revista vexatória do corpo. Todas as vezes que uma menina ou um menino vai sair do ´barraco´ (cela), eles têm que tirar a roupa.”

Fonte: Portal Brasil
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