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quarta-feira, 25 de março de 2015

Nota da Pastoral da Juventude sobre a redução da maioridade penal




A Pastoral da Juventude (PJ), Organização da Igreja Católica ligada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), possui Mais de 40 anos de História e TEM Articulação n.ºs 26 Estados brasileiros e No Distrito Federal, com Mais de 10 mil Grupos de Jovens, coordenações CRP, Estaduais e Nacional. Diante desse acúmulo histórico de Inserção, Defesa e Promoção da Vida da Juventude, uma nota PJ VEM POR Meio Desta, manifestar Seu repudio a todas Tentativas de Redução da maioridade penal.

O Brasil possui a quarta Maior População Carcerária do Mundo, com Mais de 563 mil pessoas encarceradas, Atras APENAS dos Estados Unidos (2,2 milhões), da China (1,7 Milhão) e Rússia (676 mil), apresentados Conforme Dados Cabelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em junho de 2014. Cerca de 80% da População Carcerária brasileira ESTÁ POR crime contra o patrimônio presa OU POR tráfico de Entorpecentes; 55% TEM Menos de 29 anos; Mais de 60% ​​e negra; Aproximadamente 90 Sequer% concluiu o ensino médio.

A População de adolescentes (12 a 17 anos) no Brasil E de 20.666.575 (IBGE 2010). Deste de total 22.077 (0,01%) estao em Conflito com a Lei, SENDO 1,852 fichados POR Prática de homicídio.

Alem de da caracteristica Massiva de Fazer encarceramento no Brasil, soma-se o carater Seletivo Fazer Sistema penal: MESMO COM a Diversidade Étnica e Sociais da População Brasileira, Como PESSOAS submetidas ao Sistema Prisional TEM QUASE sempre um MESMA cor e provém da MESMA CLASSE e Sociais Territórios Geográficos historicamente deixados como Margens do Processo do Desenvolvimento brasileiro: são PESSOAS Jovens, Pobres, Periféricas e negras.

Pela Incompetencia e omissão do Estado e da sociedade em Negar Direitos de Fundamentos Básicos constitucionalmente garantidos, prefere-se Jogar sos e essas Jovens e adolescentes Pará Atrás das notas. O Estado brasileiro Não Tem efetivado Uma Aplicação Mais ajustada das Medidas socioeducativas Que estao previstas no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), Que EXISTE ha 25 anos, e poucas São Como Iniciativas de Execução de Políticas Públicas de Juventude Eficientes, que São Essenciais Pará Uma vida digna e segura.

Trancar Jovens com 16 ano em cantarolar Sistema Penitenciário falido Que Não Tem Cumprido com a SUA funcao e TEM demonstrado Ser Uma escola Sociais do crime, Não assegura a reinserção e Reeducação dessas PESSOAS, Muito Menos Uma diminuição da Violência. A PROPOSTA de Redução da maioridade fortalece penal a Política e penal afronta a Proteção Do Integrante / a adolescente.

Em nota¹ Publicada em maio de 2013, a CNBB Afirma Que Recolher a maioridade penal E Ignorar o contexto da cláusula pétrea constitucional - Constituição Federal, art. 228 -, Além de confrontar a Convenção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Como Regras Mínimas de Beijing, Como Diretrizes Pará Prevenção da Delinquência Juvenil, Como Regras Mínimas Pará Proteção dos Menores Privados de Liberdade (Regras de Riad), o Pacto de San José da Costa Rica OE Estatuto da Criança e do Adolescente.

Compreendemos que a Violência Criminalidade eA na qua estao inseridos / as adolescentes e Jovens São frutos de hum Modelo neoliberal de Produção e consumo que o Opera na Manutenção das injustiças socioeconômicas, e devem urgentemente Ser transformadas, especialmente a Partir da Construção de Políticas Que garantam Direitos Básicos A PT adolescentes Juventude, Como O Direito à Educação e Saúde de Qualidade, digna moradia e Trabalho decente.

Ser favorável a Medida ESTA E TAMBÉM ferir O Nosso Desejo e horizonte de vida em plenitude Toda Pará a Juventude. Conclamamos a Sociedade a compreender Que É Tarefa de todos / as trabalharmos Pela cultura de paz, priorizando o Cuidado, a Escuta OE Compromisso com a vida da Juventude, adolescentes e Crianças Pará hum Brasil pleno de Paz, Justiça e Dignidade.


segunda-feira, 23 de março de 2015

Globais e cineastas aparecem em lista do HSBC




Nomes como o do apresentador Jô Soares, dos atores Maitê Proença, Claudia Raia e Edson Celulari, além da família de Jorge Amado e o cineasta Andrew Waddington, com seu irmão Ricardo Waddington, que hoje é diretor da TV Globo, foram citados no caso Swissleaks; com exceção de Jô Soares e Ricardo Waddington, os artistas e intelectuais listados nas planilhas do HSBC de Genebra, desenvolveram ou participaram de trabalhos financiados, em parte, por dinheiro de fomento à cultura, por meio da Lei Rouanet.

Leia mais em http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/174188/Globais-e-cineastas-aparecem-em-lista-do-HSBC.htm

Jornal Nacional mergulha, bate em 18,6 pontos, perde de novelas e confirma que a Globo chega aos 50 anos em crise




POR Luiz Carlos Azenha
Trabalhei na Globo em duas fases de minha carreira. Na TV Bauru, nos anos 80, quando passei longas temporadas em São Paulo cobrindo as férias de colegas. Não existia medição instantânea de audiência, mas costumávamos aferir isso andando nas ruas: dava para ouvir o eco do Jornal Nacional  sintonizado praticamente em todas as casas. As pessoas acertavam o relógio pelo início do JN .  
Voltei à Globo no final dos anos 90. O Globo Repórter, que hoje fica na casa dos 20 pontos, ainda estava na casa dos 35. Certa vez, fui o repórter em um programa que se tornou um fenômeno: 44 pontos de pico! Teve até festa ...
O Jornal Nacional ficava entre os 30 os 40 pontos, o que ainda assim era uma enormidade. Era ainda possível ouvir o eco do JN nas ruas, mas apenas em cidades do Interior.    
Hoje, tomei hum susto. Acompanhando a medição minuto a minuto, através de um colega, o Jornal Nacional bateu em 18,6! Perdeu, na soma, para as novelas da Record e SBT!  
Isso não significa que a Globo vai falir. Ainda não. E que a emissora compensa o que eventualmente perde na TV aberta com o que fatura em todas suas outras atividades, do pay-per-view à TV a cabo. Mas, do ponto-de-vista de hegemonia informativa, é o começo do fim.
Quem está derrotando a Globo? Uma soma de internet no celular + You Tube + Netflix + TV a cabo + Ascensão social, daqueles que não tem na TV sua única diversão.
O certo é que a emissora chega aos 50 anos enfrentando não só uma crise de audiência, mas também de credibilidade.
O que antes era coisa de acadêmico, agora se tornou voz corrente para milhões e milhões de brasileiros: a Globo faz política e é o partido mais poderoso da oposição.
Isso ficou claro no dia 15 de março, quando a Globo bateu os bumbos da cobertura da manhã, em todo o Brasil, com o objetivo de arrastar gente para a manifestação de São Paulo, à tarde. Muitos foram à Paulista como se tratasse de um "acontecimento" global, para garantir um selfie.
O advento das redes sociais, por outro lado, criou massa crítica de telespectadores capazes de identificar como omissões, distorções ou mentiras da Globo.
A emissora fala, mas também ouve. Cada vez mais.
Enquanto você lê isso, dois atos estão sendo organizados por internautas contra a Globo, aparentemente de forma espontânea, sem a participação de partidos, sindicatos ou movimentos sociais.
Mesmo que isso não aconteça, eles entenderam perfeitamente a mensagem: tudo o que Queremos, os que militamos pela democratização dos meios, é o cumprimento da Constituição!
A ironia é que mesmo que o JN der cobertura aos dois eventos mencionados acima, a grande maioria dos que vão participar deles não vai se ver na TV. É gente Jovem, que não assiste TV e se liga mesmo é nas redes sociais. Sinal dos tempos.  
PS fazer Viomundo:  Ricardo Feltrin, no UOL, informa que dez ano atrás a média do JN era de 35 pontos; na segunda-feira passada a média foi de 29!
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